Os desafios da remoção de água no interior do grão de café.

Publicado em 21 agosto, 2025

A secagem mecânica do café é um dos processos mais desafiadores do pós-colheita, especialmente em sua fase final. O ponto crítico ocorre quando o grão atinge cerca de 15% de umidade e precisa chegar a 11% para garantir segurança no armazenamento.

Na fase inicial, a retirada de água ocorre de forma mais rápida, pois trata-se da água retida fracamente por capilaridade. Esse período pode ser observado nas primeiras horas de secagem do café verde e cereja, quando o teor de água ainda é muito elevado.

Depois desse estágio, a secagem passa a atuar diretamente no endosperma e no interior do grão, onde a velocidade de transporte de água para a superfície se torna o fator limitante. Nessa etapa, a taxa de secagem precisa ser acompanhada de perto.

Como explica o professor Flávio Meira Borém em seu livro Pós-Colheita do Café (UFLA, 2008, p. 207):

“O período de secagem a taxa constante é muito curto ou inexistente, porque, nas condições operacionais do processo, as resistências às transferências de água encontram-se essencialmente no seu interior, tornando a taxa de evaporação superficial acentuadamente superior à taxa de reposição de água do interior para a superfície do produto.”

A partir da chamada “meia-seca”, a taxa interna de transporte de água torna-se menor que a taxa de evaporação. Consequentemente, a temperatura do grão aumenta, aproximando-se da temperatura do ar de secagem — o que representa um alto risco para a preservação da qualidade.

É comum, nesse ponto, que a temperatura do ar aquecido se iguale à da massa de grãos. Esse fenômeno, já descrito pelo professor Borém, torna o controle da temperatura um aspecto sensível: todos os esforços feitos pelo produtor até ali podem ser comprometidos em poucas horas.

E, muitas vezes, esses esforços são irrecuperáveis dentro do mesmo ano-safra. Afinal, o cafeicultor já investiu em tratos culturais, infraestrutura, mão de obra, manejo e manutenção da lavoura, lidando diariamente com variáveis fora de seu controle, como clima, especulação de mercado e oscilação de preços na bolsa. Assim, a secagem pode ser um verdadeiro ponto de inflexão: contribuir para o sucesso ou acelerar prejuízos.

Nos últimos meses, atravessamos um momento de preços historicamente elevados — em agosto de 2025, a saca do tipo 6 ultrapassou R$ 2.000,00, algo não visto desde 1977. Em cenários como esse, muitos produtores podem deixar de priorizar a qualidade, já que o retorno financeiro vem do volume, não do diferencial do café especial.

Entretanto, quando os preços retornarem a patamares mais baixos, a qualidade voltará a ser decisiva. Produzir cafés especiais não só garante margens maiores na comercialização, mas também torna o processo mais eficiente: redução de 67% no consumo de energia, tempo de secagem e uso de lenha/palha, em média.

Portanto, a busca por eficiência e inovação na secagem deve ser constante. Mais do que preservar a qualidade, é um diferencial competitivo para garantir sustentabilidade e protagonismo no agronegócio do café.

Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café.
A inteligência artificial foi utilizada exclusivamente para apoio na diagramação, estruturação do texto e criação das imagens ilustrativas.

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Tecnologia brasileira reduz 36 milhões de toneladas de CO₂ na secagem de café em 2025.

Publicado em 11 agosto, 2025

Santa Rita do Sapucaí (MG) – Uma solução desenvolvida no coração do polo tecnológico do Sul de Minas está transformando a forma como o café é seco no Brasil e no mundo. A Campotech, startup brasileira sediada em Santa Rita do Sapucaí, criou uma linha de controladores digitais inteligentes para secadores de café que, somente na safra de 2025, evitaram a emissão de 36 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera.

Em um momento em que o planeta enfrenta o desafio urgente de reduzir gases de efeito estufa, a tecnologia da Campotech se tornou uma aliada estratégica do agronegócio.
Em dez anos de atuação, a empresa já instalou seus sistemas em mais de 2.500 secadores de café, garantindo redução média de 50% no consumo de lenha – principal combustível usado para gerar calor na secagem.

Segundo Rodrigo Mira, CEO e fundador da Campotech, o impacto vai muito além do consumo da lenha:

“Estamos falando de 50% menos corte de árvores, 50% menos caminhões transportando lenha e 50% menos logística de armazenamento e manejo. É uma redução em cadeia que se traduz em benefício direto para o meio ambiente e para os produtores.”

A importância dessa mudança dialoga diretamente com o apelo global por soluções sustentáveis no campo. A jornalista Raquel Arriola, do UOL, retratou esse desafio no documentário sobre mudanças climáticas e emissões de gases que agravam o aquecimento global. Assista aqui.

Para os cafeicultores, a tecnologia da Campotech não só reduz custos operacionais, como posiciona a produção de café brasileiro como referência em sustentabilidade e inovação no cenário internacional.
E, para o planeta, representa milhões de toneladas de CO₂ a menos – um resultado concreto e mensurável na luta contra a crise climática.

A imagem acima é a capa do documentário Idealizado pela jornalista Raquel Arriola, do UOL, a produção conta com a participação de cientistas como Paulo Artaxo (Universidade de São Paulo), Carlos Nobre (Universidade de São Paulo), Luciana Gatti e Antônio Nobre (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e Alexandre Costa (Universidade Estadual do Ceará), que são referência no estudo do clima e ajudam a entender os impactos já visíveis e os caminhos possíveis para enfrentar o colapso climático.

Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café.
A inteligência artificial foi utilizada exclusivamente para apoio na diagramação, estruturação do texto e criação das imagens ilustrativas.

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Como o tarifaço pode afetar o PREÇO do Café?

Publicado em 8 agosto, 2025

No dia 04/08 o programa Café Completo abordou com os especialistas Furlan e Heberson Vilas Boas de forma didática e precisa o impacto do tarifaço de Trump, que entrou em vigor no dia 06/08 com a tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras de Cafés aos EUA.

Confira o programa completo abaixo.

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Secagem Intermitente no Café: Menos Custo, Mais Qualidade e Maior Rentabilidade.

Publicado em 8 agosto, 2025

A secagem intermitente é muito mais que ligar e desligar o motor do cilindro do secador rotativo, é uma inovação tecnológica que vem transformando a forma de secar o Café.
Entre todos os benefícios, os que mais se destacam são: Preservação da Qualidade, Economia de Energia Elétrica e Aspecto Físico dos Grãos.
Apesar da aplicação da tecnologia ser recente, pesquisas são realizadas desde as décadas de 80 e 90 onde pesquisadores da ESALQ/USPUFLAUFV e Embrapa Café começam a avaliar diferentes regimes de secagem, percebendo que pausas controladas poderiam permitir redistribuição interna de umidade no grão e evitar superaquecimento.

Ensaios experimentais nos anos 2000 em universidades brasileiras e centros de pesquisa da Colômbia e Costa Rica mostram que a secagem intermitente:

  • Reduz fissuras internas no grão
  • Mantém melhor a cor do pergaminho
  • Evita degradação precoce de compostos aromáticos

Nessa fase, a prática era muito aplicada em secagem de grãos em geral (milho, arroz, trigo), mas começava a ser adaptada à cafeicultura.

A partir de 2010 com a modernização de secadores rotativos e de camada fixa, e o uso crescente de controladores digitais, a secagem intermitente começa a ser incorporada de forma prática.
Em regiões produtoras como Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Matas de Minas, o método já é amplamente usado por produtores que visam cafés especiais, pois ajuda a preservar:

  • Notas aromáticas complexas
  • Acidez equilibrada
  • Corpo mais limpo

Empresas de tecnologia, como a Campotech, têm integrado a lógica intermitente em sistemas automatizados, ajustando pausas e temperaturas de forma precisa com base em sensores, o que antes era feito manualmente.

Ajustar o tempo que o cilindro rotativo fica ligado e desligado durante o processo de secagem automaticamente é o desafio tecnológico que foi superado através das receitas de secagem intermitentes contidas nos controladores digitais da Campotech.
Conforme a secagem avança o tempo precisa ir se adaptando para acompanhar a perda de água dos grãos, e essa dinâmica muda em função de variáveis externas como: umidade relativa, temperatura ambiente e umidade dos grãos.

Durante os ensaios realizados pelo corpo técnico do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), através do seu Campus Machado e do seu Polo de Inovação em Cafeicultura, com apoio da EMBRAPII, que desenvolve pesquisas e projetos de inovação voltados para o setor cafeeiro.
Verificou que a eficiência energética em eletricidade e combustível tem uma economia que varia entre 30% a 50% e preservação significativa de qualidade nos grãos depois de secos.

Como Fazer?

Vamos aprender como realizar a secagem intermitente em um secador rotativo de 15 mil litros, mas antes é preciso saber a diferença entre um secagem direta e a intermitente.

Na secagem direta o cilindro do secador rotativo fica em movimento (ligado) durante todo o processo de secagem, até o café chegar na umidade alvo.
Na intermitência o cilindro é desligado em janelas de tempo específicos, como por exemplo a receita 10/20 onde o tempo ON é de 10 minutos e o tempo OFF é de 20 minutos.
Desde modo dentro de um espaço de 1 hora o cilindro vai ficar 20 minutos ligado e 40 desligado, conforme o gráfico abaixo.

Qual o consumo de energia elétrica na secagem intermitente (10/20)?

Cálculo do Custo de Energia do Motor do Cilindro

Parâmetros utilizados

  • Potência Útil (PU): 5 C.V
  • Tensão da rede: 220 VCA
  • Rendimento do motor (N): 90%Obs.: O valor de 90% aplica-se a motores novos e bem conservados. Para motores sem manutenção anual ou com mais de 10 anos de uso, considerar rendimento médio de 65%.
  • Tarifa de energia: R$ 1,00 por kWh

1. Conversão de C.V para kW

Sabemos que 1 C.V ≈ 0,736 kW.
Logo:
PU = 5 × 0,736 = 3,68 kW


2. Cálculo da Potência Absorvida (PA)

A potência absorvida é obtida pela fórmula:
PA = PU / N

Substituindo:
PA = 3,68 ÷ 0,90 = 4,088 kW


3. Custo por hora (operação contínua)

Fórmula: Custo (R$) = PA × h × R$/kWh

Para 1 hora ligada:
Custo = 4,088 × 1 × 1 = R$ 4,09/hora

Se o secador ficar ligado 12 horas por dia:
Custo diário = 4,09 × 12 = R$ 49,06/dia


4. Custo na secagem intermitente (receita 10/20)

Na receita 10/20, o motor funciona apenas 1/3 do tempo (20 minutos ligado, 40 minutos desligado por hora).

Cálculo por hora:
Custo = (4,088 × 1/3) × 1 = R$ 1,36/hora

Cálculo diário (12 horas):
Custo = 1,36 × 12 = R$ 16,33/dia


5. Economia obtida

Comparando os dois métodos:

  • Operação contínua: R$ 49,06/dia
  • Secagem intermitente: R$ 16,33/dia

Economia: aproximadamente 66% no custo de energia elétrica.


Cuidados!

É recomendável utilizar a técnica de secagem intermitente em secadores rotativos que possuam motoredutores para evitar o recuo do cilindro no momento do desligamento do motor e causar danos.

Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café.
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Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade na Secagem do Café: Um Novo Capítulo para a Cafeicultura Brasileira

Publicado em 7 agosto, 2025

O tema inovação e sustentabilidade vem ganhando destaque em todo o agronegócio. Mas na cafeicultura, esse movimento assume um caráter mais humanizado. Isso porque o café deixou de ser apenas uma commodity e passou a representar um verdadeiro estilo de vida. O consumidor atual valoriza não apenas o sabor, mas também os valores por trás da xícara — como respeito ao meio ambiente, responsabilidade social e condições dignas de trabalho.

Campotech tem atuado como agente de transformação no campo, levando tecnologia na secagem do café e em outras etapas do pós-colheita. Essas inovações ajudam a aliviar o peso do trabalho nas propriedades, especialmente em uma das fases mais críticas: a secagem do café, que tradicionalmente expõe o operador a um ambiente quente, insalubre e com alto índice de poeira.

Muito além do sabor: o valor da produção consciente

Hoje, a qualidade do café vai além da bebida na xícara. O consumidor valoriza também a qualidade ambiental, social e produtiva. Esses fatores intangíveis impactam diretamente na aceitação do produto em mercados exigentes — e, consequentemente, no seu valor comercial. Cafés produzidos com boas práticas, rastreabilidade e menor impacto ambiental alcançam preços superiores.

Oferta em queda, demanda em alta

O cenário atual reforça a importância da eficiência. Em 2025, o preço do café registra alta histórica — com aumentos médios de até 150% em relação a 2024. Isso está diretamente ligado à escassez global do produto.

A combinação entre o crescimento do consumo mundial (em média 2,2% ao ano) e os impactos das mudanças climáticas, especialmente nos maiores produtores (Brasil e Vietnã), tem pressionado os estoques e mudado a dinâmica da cadeia global.

Tecnologia como resposta às demandas do presente e do futuro

Campotech entrega soluções que respondem a três pilares fundamentais:

  • Bem-estar social → Automatização da secagem, melhorando a qualidade de vida do operador.
  • Sustentabilidade ambiental → Redução de até 50% no uso de lenha/palha e baixa demanda de energia elétrica.
  • Valorização da qualidade → Controle digital e eficiente da secagem, resultando em cafés de alto padrão sensorial.

tecnologia na secagem do café deixa de ser um luxo e passa a ser parte integrante da produção consciente e rentável.

Uma nova era para a cafeicultura brasileira

Durante décadas, o setor operou com baixa intensidade tecnológica. Hoje, a mudança é inevitável — e necessária. A adoção de tecnologias disruptivas será protagonista na revolução da cafeicultura, trazendo:

  • Menor impacto ambiental
  • Maior padronização da qualidade
  • Mais eficiência no uso de recursos
  • Saúde e segurança para quem opera os secadores

Campotech acredita em um agro mais eficiente, humano e sustentável. E a tecnologia na secagem do café é uma peça-chave para pavimentar esse caminho.

Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café.
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Como a secagem inteligente diminui os riscos operacionais, reduz o custo de produção e garante lucros ao final da colheita do Café.

Publicado em 7 agosto, 2025

As fases de secagem do Café em secadores mecânicos são pontos sensíveis que devem ser levados a sério quando se deseja manter a qualidade com mais fidelidade possível dentro do ciclo de desidratação dos grãos. O Café como qualquer outro alimento precisa ser desidratado para que possa ser armazenado, geralmente a umidade de armazenamento varia entre 11% a 12% e o desafio é remover a água contida nos grãos sem “danificar” a estrutura celular e aspectos físicos.
Na cafeicultura o processo de secagem do café é um dos mais longos, tendo em vista que o café é colhido como índices de umidade relativamente altos comparados a outros produtos, como milho, soja e etc.
A umidade que o grão é colhido varia em função do estágio da safra e também da região, regiões mais secas a tendencia é retirar o café do pé como menores índices e em regiões mais úmidas o inverso. A média pode variar de 50% a 60%.

A Secagem em secadores mecânicos rotativos se divide em 3 fases:

1 – Inicial (30% – 20%)

2 – Intermediária (20% – 15%)

3 – Final (15% a 11%)

Sendo a última a mais deliciada que merece atenção especial, na fase final a água que está sendo removida se encontra no centro do grão, ou seja, dentro da célula e para removê-la a secagem deve ser lenta e cuidadosa.
Conforme a imagem microscópica do interior de uma célula do grão de café, registrada por Kacie Prince e divulgada pela Royal Photographic Society, pode ser visualizada neste link.”

Podemos visualizar as moléculas de água dentro das células e remove-las é um desafio!
Se ocorrer der forma rápida, as paredes celulares (contornos em cinza claro) e as moléculas que contém os ácidos orgânicos, óleos essenciais e compostos aromáticos que entregam na xícara aromas, nuances e fragrâncias podem se perder no processo de secagem.

O preço do café (COB) é influenciado pela cotação da Bolsa de Nova York, que reflete movimentos especulativos, fundamentos de oferta e demanda globais e variações cambiais. Como a maior parte do café arábica brasileiro é negociada com base nessa cotação internacional, o produtor muitas vezes se vê sujeito a uma formação de preço que está fora de seu controle direto, independentemente da qualidade do seu produto.
Ao produzir cafés especiais, o produtor rompe parcialmente a dependência da cotação da Bolsa de Nova York, porque o valor do seu café passa a ser determinado pela qualidade sensorial e pelo relacionamento direto com o comprador, e não apenas por um índice global.

🎯 Principais vantagens:

  1. Preço definido por qualidade, não por commodity
    • O café especial é avaliado por sua pontuação sensorial (acima de 80 pontos).
    • Isso permite negociar com base no valor percebido pelo mercado consumidor final, e não apenas nos preços da bolsa.
  2. Negociação direta com compradores
    • A venda pode ser feita por microlotes, com história, terroir, rastreabilidade e diferencial de processamento.
    • Abre portas para exportação direta, leilões, concursos e relacionamento com torrefações especiais.
  3. Prêmios acima da média
    • Muitos cafés especiais recebem prêmios (R$ 1.000 a R$ 3.000 por saca ou mais), totalmente desvinculados da cotação da ICE.
    • Certificações, fermentações inovadoras, secagem controlada e storytelling aumentam o valor percebido.
  4. Mais previsibilidade e fidelização
    • Relações de confiança e contratos diretos com compradores geram previsibilidade para o produtor e fidelidade de clientes.

A Campotech desenvolve tecnologias inovadoras para o Agronegócio do café desde 2011, conheça as soluções inovadoras através do site www.campotech.com.

Enquanto o café commodity está sujeito às flutuações da bolsa e do câmbio, o produtor de cafés especiais tem a oportunidade de precificar seu produto com base na qualidade, na história e no valor que entrega à xícara. Isso dá mais autonomia, rentabilidade e sustentabilidade ao negócio.

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Rodrigo Mira de Oliveira é um empreendedor apaixonado pela inovação no agronegócio. Com mais de uma década de experiência, ele alia conhecimento técnico, visão estratégica e compromisso com a transformação digital no campo. Fundador da Campotech, Rodrigo lidera um projeto que tem como propósito levar soluções em tecnologia digital e equipamentos para automação agrícola, com foco especial na pós-colheita do café e na eficiência operacional das fazendas.

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