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Tecnologia brasileira reduz 36 milhões de toneladas de CO₂ na secagem de café em 2025.

Tecnologia brasileira reduz 36 milhões de toneladas de CO₂ na secagem de café em 2025.

Santa Rita do Sapucaí (MG) – Uma solução desenvolvida no coração do polo tecnológico do Sul de Minas está transformando a forma como o café é seco no Brasil e no mundo. A Campotech, startup brasileira sediada em Santa Rita do Sapucaí, criou uma linha de controladores digitais inteligentes para secadores de café que, somente na safra de 2025, evitaram a emissão de 36 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera.

Em um momento em que o planeta enfrenta o desafio urgente de reduzir gases de efeito estufa, a tecnologia da Campotech se tornou uma aliada estratégica do agronegócio.
Em dez anos de atuação, a empresa já instalou seus sistemas em mais de 2.500 secadores de café, garantindo redução média de 50% no consumo de lenha – principal combustível usado para gerar calor na secagem.

Segundo Rodrigo Mira, CEO e fundador da Campotech, o impacto vai muito além do consumo da lenha:

“Estamos falando de 50% menos corte de árvores, 50% menos caminhões transportando lenha e 50% menos logística de armazenamento e manejo. É uma redução em cadeia que se traduz em benefício direto para o meio ambiente e para os produtores.”

A importância dessa mudança dialoga diretamente com o apelo global por soluções sustentáveis no campo. A jornalista Raquel Arriola, do UOL, retratou esse desafio no documentário sobre mudanças climáticas e emissões de gases que agravam o aquecimento global. Assista aqui.

Para os cafeicultores, a tecnologia da Campotech não só reduz custos operacionais, como posiciona a produção de café brasileiro como referência em sustentabilidade e inovação no cenário internacional.
E, para o planeta, representa milhões de toneladas de CO₂ a menos – um resultado concreto e mensurável na luta contra a crise climática.

A imagem acima é a capa do documentário Idealizado pela jornalista Raquel Arriola, do UOL, a produção conta com a participação de cientistas como Paulo Artaxo (Universidade de São Paulo), Carlos Nobre (Universidade de São Paulo), Luciana Gatti e Antônio Nobre (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e Alexandre Costa (Universidade Estadual do Ceará), que são referência no estudo do clima e ajudam a entender os impactos já visíveis e os caminhos possíveis para enfrentar o colapso climático.

Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café.
A inteligência artificial foi utilizada exclusivamente para apoio na diagramação, estruturação do texto e criação das imagens ilustrativas.

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