A secagem do café é uma das etapas mais importantes da pós-colheita. No entanto, muitos produtores ainda não sabem exatamente quanto custa secar uma saca de café.
Em muitas propriedades, os custos da secagem acabam ficando “escondidos” dentro da operação da fazenda.
Quando analisamos o processo com mais atenção, percebemos que diversos fatores influenciam diretamente no custo da secagem:
consumo de lenha ou combustível
consumo de energia elétrica
tempo de funcionamento do secador
capacidade e eficiência do equipamento
mão de obra envolvida no processo
perda de qualidade causada por secagem inadequada
Dependendo da eficiência do sistema utilizado, o custo da secagem pode variar significativamente entre propriedades.
Em sistemas pouco eficientes, o produtor pode estar gastando muito mais energia do que imagina para secar cada saca de café.
Além disso, uma secagem mal conduzida pode gerar:
perda de qualidade sensorial
redução no valor de venda do café
maior risco de defeitos no lote
Por outro lado, quando o processo é bem controlado, o produtor consegue reduzir custos e preservar a qualidade do café.
A cafeicultura moderna exige que o produtor conheça não apenas o custo da lavoura, mas também o custo do pós-colheita.
No curso Do Verde ao Ouro, são apresentados os principais fatores que influenciam o custo da secagem e como calcular de forma prática o custo por saca.
Do Verde ao Ouro: por que a secagem do café pode definir o sucesso da sua safra
Publicado em 8 março, 2026
Todos os anos milhares de produtores trabalham intensamente durante meses para produzir um bom café.
Preparam o solo, manejam a lavoura, cuidam da nutrição das plantas, acompanham a colheita e investem cada vez mais em tecnologia no campo.
Mas existe uma etapa que ainda hoje define o sucesso ou o fracasso de muitas safras.
A secagem do café.
Poucos processos no pós-colheita têm tanto impacto na qualidade final do café quanto a forma como o grão é seco.
Um café bem produzido pode perder qualidade em poucas horas de secagem mal conduzida. Da mesma forma, um processo bem controlado pode preservar todo o potencial do café e agregar valor ao produto final.
O que muitos produtores ainda não sabem sobre a secagem
Ao visitar fazendas de café em diferentes regiões produtoras do Brasil ao longo de mais de 15 anos, uma realidade se repete:
Muitos produtores ainda conduzem a secagem baseados apenas na experiência ou em práticas tradicionais, sem conhecer profundamente:
a taxa correta de secagem do café
o impacto da temperatura no interior do grão
os custos reais da secagem mecânica
o consumo de lenha, palha e energia elétrica por saca
as diferenças de secagem entre cafés naturais, cereja descascado e especiais
Essas variáveis influenciam diretamente:
a qualidade sensorial do café
o rendimento da safra
o custo de produção
o valor final do café no mercado
A secagem deixou de ser apenas uma etapa operacional.
Hoje ela é uma decisão estratégica dentro da fazenda.
Do Verde ao Ouro: conhecimento aplicado à pós-colheita
Foi a partir dessa experiência prática, visitando propriedades e acompanhando produtores no dia a dia da secagem, que nasceu o curso “Do Verde ao Ouro”.
O objetivo é simples:
Ensinar de forma clara e prática como conduzir a secagem do café com eficiência, qualidade e controle de custos.
No curso são abordados temas fundamentais para quem deseja evoluir no pós-colheita:
Secagem de alta performance
Custos e precificação da secagem
Os segredos da secagem intermitente
A taxa de secagem ideal do café
Receitas de secagem para diferentes tipos de café
Secagem de cafés especiais
Estrutura e comportamento do grão de café durante a secagem
O conteúdo foi desenvolvido para que o produtor entenda o processo de forma completa, desde a estrutura do grão até a gestão energética do secador.
Café de qualidade exige processo
A cafeicultura moderna está cada vez mais orientada por dados, gestão e tecnologia.
Produtores que dominam os processos da pós-colheita conseguem:
reduzir perdas de qualidade
melhorar a padronização do café
otimizar custos de energia e combustível
aumentar o valor agregado da produção
No final das contas, produzir café de qualidade não depende apenas da lavoura.
Depende também de não estragar, no secador, aquilo que a natureza produziu no campo.
Quer entender como transformar seu café do verde ao ouro?
Se você deseja compreender melhor os conceitos técnicos e econômicos da secagem do café, conheça o curso completo:
O conteúdo foi desenvolvido especialmente para produtores que querem evoluir na gestão da pós-colheita e produzir cafés de maior valor agregado.
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Café Intenso 2026 – Gustavo Rennó
Publicado em 8 março, 2026
A Atualização
Prestes a iniciar a safra 2025/26, o influenciador digital e engenheiro agrônomo Gustavo Rennó reuniu produtores para um painel completo sobre a cadeia do café — do plantio à xícara.
Mais de 150 produtores participaram, no último sábado (07/03), de um evento técnico que contou com mais de 12 horas de palestras especializadas, abordando diferentes aspectos da cafeicultura moderna.
Entre os palestrantes convidados esteve Rodrigo Mira, CEO e fundador da Campotech, que apresentou aos produtores uma síntese de 15 anos de experiência visitando fazendas de café em diversas regiões produtoras do Brasil.
Do Verde ao Ouro: a ciência da secagem do café
Durante uma apresentação de 30 minutos, Rodrigo abordou o tema “Do Verde ao Ouro”, destacando um dos processos mais críticos do pós-colheita: a secagem mecânica do café.
Entre os principais pontos discutidos estiveram:
os custos envolvidos na secagem mecânica
a importância da secagem uniforme e controlada para preservar a qualidade do café
o impacto do custo da lenha, da palha e da energia elétrica no processamento de cada saca de café
Rodrigo destacou que a secagem é uma das etapas que mais influenciam o resultado final do café, podendo determinar tanto a preservação quanto a perda de qualidade do produto.
Tecnologia aplicada à pós-colheita
Ao longo de sua trajetória, Rodrigo Mira se especializou na automatização dos processos de secagem de café, participando do desenvolvimento tecnológico de controladores e sensores digitais da Campotech.
Atualmente, atua diretamente na implantação de projetos personalizados de automação para cafeicultores, ajudando produtores a melhorar eficiência, controle e qualidade na pós-colheita.
Cafeicultura moderna exige gestão
A cafeicultura moderna exige cada vez mais gestão, tecnologia e informação para que o agronegócio do café permaneça competitivo.
Controlar custos, monitorar processos e tomar decisões baseadas em dados são fatores essenciais para agregar valor à produção e fortalecer toda a cadeia produtiva.
Curso online: Do Verde ao Ouro
No curso online “Do Verde ao Ouro”, Rodrigo Mira apresenta de forma didática, prática e objetiva os conceitos essenciais para que produtores compreendam profundamente os processos e custos envolvidos na secagem mecânica do café.
Safra 2026, preços futuros e o novo equilíbrio da rentabilidade no café?
Publicado em 7 fevereiro, 2026
Mercado de café 2026: o que muda com a nova projeção da CONAB
O primeiro levantamento da CONAB, divulgado em 05/02, projeta que a safra brasileira de café em 2026 deve alcançar 66,2 milhões de sacas, um crescimento de 17,1% em relação ao ciclo 2025.
Mesmo sem café físico no mercado, essa expectativa já provocou reação: os preços futuros começaram a se ajustar para baixo, refletindo a precificação antecipada de maior oferta.
Por que os preços futuros reagem antes da colheita?
O mercado de commodities opera sobre expectativa.
Investidores e indústrias ajustam posições com base em projeções de oferta e demanda — não na safra colhida.
Fontes internacionais como Bloomberg e Yahoo Finance indicam que o mercado passou a:
antecipar maior disponibilidade de café em 2026
reduzir posições compradas
pressionar as cotações futuras, mesmo sem entrada física do produto
👉 Isso explica por que o preço reage antes do produtor ver qualquer mudança no campo.
Rentabilidade do café disparou nos últimos 5 anos
O mercado de commodities opera sobre expectativa. Investidores e indústrias ajustam posições com base em projeções de oferta e demanda — não na safra colhida.
Fontes internacionais como Bloomberg e Yahoo Finance indicam que o mercado passou a:
antecipar maior disponibilidade de café em 2026
reduzir posições compradas
pressionar as cotações futuras, mesmo sem entrada física do produto
👉 Isso explica por que o preço reage antes do produtor ver qualquer mudança no campo.
Rentabilidade do café disparou nos últimos 5 anos
Segundo o Anuário Café 2025 – Campo & Negócios, a rentabilidade média por saca de 60 kg saiu de R$ 100,00 em 2020 para cerca de R$ 2.100,00 em 2025, uma variação próxima de 2.000%.
Em 2024, a saca chegou a R$ 3.000,00, marcando um recorde histórico.
Esse movimento foi impulsionado por:
oferta global restrita
eventos climáticos recorrentes
recomposição lenta de estoques
forte demanda internacional
Custos de produção também subiram (e muito)
O avanço da receita veio acompanhado de custos crescentes, pressionados por:
insumos
mão de obra
energia
irrigação
tecnologia
Em 2024, os custos médios por saca variaram entre R$ 700,00 e R$ 1.000,00, dependendo da região.
Isso mostra que preço alto não garante margem — eficiência passou a ser determinante.
H2 – As previsões do mercado se confirmaram?
✔️ Sim.
As análises publicadas nos anuários de 2024 e 2025 da Campo & Negócios anteciparam corretamente:
valorização dos preços
aumento da volatilidade
riscos estruturais da oferta global
Eventos pontuais, como o tarifaço dos EUA em 2025, tiveram impacto limitado no curto prazo. O que realmente moveu o mercado foram os fundamentos.
O novo jogo do café: eficiência do campo ao pós-colheita
Com preços mais voláteis e custos elevados, o produtor precisa atuar onde ainda há controle:
redução de perdas
padronização
qualidade
eficiência energética
👉 É nesse ponto que pós-colheita e secagem deixam de ser custo e passam a ser estratégia de margem.
Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café. A inteligência artificial foi utilizada exclusivamente para apoio na diagramação, estruturação do texto e criação das imagens ilustrativas.
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Fermentação de Cafés: História, Ciência e Inovação
Publicado em 24 novembro, 2025
Nos últimos anos, a fermentação de cafés deixou de ser apenas um processo auxiliar na remoção da mucilagem e se tornou um dos pilares da busca por cafés especiais de alto valor agregado. A combinação entre ciência, manejo pós-colheita e inovação tecnológica criou um novo horizonte para produtores que desejam diferenciar seus lotes, conquistar preços superiores e acessar mercados mais exigentes.
A fermentação de cafés na América Central: onde tudo começou
A América Central é o berço da fermentação de cafés. Países como Costa Rica, Guatemala e Panamá utilizam o processo lavado desde o século XIX, quando a remoção da mucilagem via fermentação se tornou padrão para exportação. Inicialmente nos sistemas lavados os produtores da América Central utilizavam a fermentação como uma maneira mais eficiente para quebrar as pectinas e perceberam que ajustes no tempo e nas condições de fermentação modificavam o sabor. O “boom” das fermentações experimentais ocorreram nos anos 2000, com o crescimento do mercado de cafés especiais, conhecido como a “terceira onda” quando os consumidores procuravam maior qualidade e diferenciação de aromas e sabores, nesse momento a fermentação começou a ser explorada como ferramenta sensorial. O divisor de águas foi o Panamá, especialmente com o Geisha e as técnicas de carbonic maceration importadas do vinho.
A evolução da fermentação de cafés no Brasil
O Brasil, maior produtor mundial, sempre foi reconhecido pelos cafés naturais secados ao sol ou em terreiros suspensos. Por muito tempo, a fermentação era associada a defeitos. Até que em 2005 o Café com maior pontuação já registrada na história do Cup of Excellence (CoE) que é um café natural, alcançou o recorde de 95,85 pontos produzido na Fazenda Santa Inês na região da Mantiqueira de Minas o qual permanece imbatível até hoje na pontuação geral do concurso. Com a profissionalização das competições e o surgimento do mercado interno de qualidade, produtores brasileiros passaram a experimentar novas metodologias.
Com o apoio de instituições como EPAMIG, IFSULDEMINAS, UFLA E UFV que aprofundaram o estudo na dinâmica microbiana, composição da mucilagem brasileira, impacto de altitude e variedade, segurança microbiológica e uso de inoculantes o Brasil entrou na era da fermentação projetada.
A fermentação controlada passou a ser uma opção aos produtores que buscam produzir cafés exóticos e únicos com ganhos financeiros diferenciados assim como um produto de valor agregado que atende uma clientela crescente e exigente. Os microrganismos presentes no fruto do café compreendem uma grande variedade de bactérias, leveduras e fungos filamentosos. Esses microrganismos são capazes de produzir enzimas que degradam a pectina, reduzindo a camada de mucilagem do fruto. Além disso, são capazes de produzir moléculas que contribuem para a formação do sabor e aroma da bebida. (Informe Agropecuário., V.45, n. 327, p.67-73, 2024).
Tecnologias e Inovações aplicadas na fermentação dos Cafés
O uso das tecnologias e inovações fez com que a a relação da fermentação com não estivesse mais relacionada com a baixa qualidade como era no passado. Com a ausência de tecnologia o processo é desconhecido por não haver monitoramento. As inovações do processo fermentativo que estão interligadas à melhoria da qualidade da bebida, inclui técnicas de fermentação, biorreatores e culturas iniciadoras.
A fermentação do Café é um processo bioquímico resultante da conversão dos carboidratos em metabólitos primários, tais como ácidos e etanol, seja na presença ou na ausência de oxigênio (O2). (Informe Agropecuário., V.45, n. 327, p.67-73, 2024). Das contribuições da fermentação o aumento dos compostos precursores do sabor e aroma com a modificação do perfil sensorial da bebida são as que mais tem relevância no business.
Em todos os processos fermentativos, a duração da fermentação varia de acordo com a temperatura e condições ambientais. Um dos métodos mais utilizados são as bombonas de 200 litros, onde a “tecnologia” de controle e monitoramento é muito rudimentar. Na maioria das vezes essas são reaproveitadas da importação de azeitonas de países da América do Sul, como Chile e Argentina, e geralmente feitas de polietileno de alta densidade (PEAD). São recipientes reaproveitados pelo baixo custo, mas que impossibilita o produtor a garantir repetibilidade, que é capacidade de obter resultados consistentes e sucessivos sob as mesmas condições. Se tratando de manipulação de alimentos, mesmo que não haja uma portaria da ANVISA específica para a fermentação de cafés, a higiene, boas práticas e contaminação são pontos vulneráveis a esse tipo de material.
Riscos em recipientes não controlados.
Os tanques plásticos (bombonas) e tanques de aço inoxidável que não possuem sistemas automatizados para controle da temperatura, estão sujeitos as variações de temperatura ambiente, ou seja, a variável clima influencia diretamente no processo e na maioria das vezes de forma negativa, vejamos:
A temperatura ambiente durante a safra nas regiões produtoras de cafés arábica do Brasil costuma ser amena, entre 18°C e 23°C. O processo de fermentação se inicia a partir de 18°C e a partir desse ponto, a temperatura não pode mais retroceder até a fermentação ser concluída. Quando a temperatura oscila, o tempo de fermentação se estende, pois as leveduras diminuem a metabolização. Não é por acaso que em recipientes sem controle de temperatura, o tempo de fermentação pode variar de 7 a 10 dias. Quando o recipiente onde a fermentação acontece não possui um controle automatizado da temperatura, as variações ficam sujeitas ao clima, a noite a temperatura desce de 18°C e isso faz com que a metabolização diminua. Durante o dia com a exposição direta ao sol, a temperatura interna pode ultrapassar 35°C que representam um ponto crítico na fermentação de cafés. A partir desse limite, ocorrem mudanças biológicas, químicas e sensoriais que podem comprometer o lote. Ao ultrapassar 35°C, ocorre um deslocamento ecológico: bactérias acéticas e láticas assumem o ambiente as leveduras perdem competitividade.
Tempo de fermentação e produtividade.
O tempo de fermentação em recipientes plásticos ou em aço inoxidável sem controle de temperatura pode variar de 7 a 10 dias conforme citado anteriormente, considerando 1000 litros de café para o processo fermentativo com recipientes de 200 litros, o produtor precisará de 5 recipientes onde o café será colocado.
O primeiro ponto de observação é a movimentação dos recipientes, considerando que em dias quentes sem nuvens no céu as bombonas precisarão ser movimentadas para a sombra e em manhãs frias para o sol, esse deslocamento já se torna um ponto de observação importante. E será necessário mão de obra disponível para tal movimentação de 2h por dia, com um custo estimado total incluindo encargos de R$ 19,32 ao dia e ao mês R$ 579,60. O volume de 1000 litros de cafés fermentados ao final do beneficiamento é aproximadamente 2 sacas de 60Kg. Levando em consideração 7 dias de fermentação, na janela disponível de cafés aptos para a fermentação (café maduro) de aproximadamente 60 dias o produtor poderá realizar no máximo 9 bateladas.
Em um sistema de temperatura controlada, o tempo de fermentação reduz em aproximadamente 60%, ou seja, o que levaria 7 dias pode ser feito em apenas 3. Assim a janela de fermentação dobra, podendo ser feito até 20 bateladas, e isso incrementa o número final sacas, de 18 sacas para 40.
A repetibilidade e homogeneidade em um processo de fermentação só é possível em ambientes com a temperatura controlada e isso é tão importante quanto a fermentação, a possibilidade de repetir lotes é um diferencial para retenção de clientes, valorização e padronização do produto final.
Cafés fermentados: o nicho que paga mais por quem domina o pós-colheita
Enquanto o café commodity serve de referência para o mercado, um outro jogo está acontecendo em paralelo. O dos cafés fermentados. Nesse nicho, não se vende apenas a saca, mas os atributos sensoriais e a história de cada produtor. Hoje é um dos segmentos mais dinâmicos e lucrativos do mercado de cafés especiais, onde a concorrência é menor o valor agregado se torna um diferencial bem atraente.
Os cafés fermentados podem agregar de +R$300 a R$1.700 por saca de 60kg, isso coloca a fermentação dentro de um contexto realista e extremamente competitivo. Veja a figura abaixo dos valores com base nos últimos leilões, negociações privadas, cooperativas e plataformas de cafés especiais por saca e por tipo de fermentação.
O primeiro fermentador digital de cafés do mundo
A Campotech saiu na frente ao lançar em 2021 o primeiro fermentador digital de cafés do mundo, o Jacu Digital ®. A tecnologia foi desenvolvida em parceria com o Polo de Inovação Agroindústria do Café IFSULDEMINAS (https://poloembrapii.ifsuldeminas.edu.br), SEBRAE, EMBRAPII e Campotech.
O Jacu Digital é um bioreator 100% automatizado em aço inox, possui sensores digitais de temperatura e CO2 para o controle preciso do processo de fermentação, através da tecnologia embarcada é possível criar a curva de fermentação e saber o ponto onde o processo se encontra. Possui display de interface com o usuário touch screen para navegação e acesso as receitas de fermentação, variáveis do processo, visualização completa das etapas de automação. Com o uso da tecnologia desenvolvida e patenteada o processo pode ser repetido com segurança e padronização, a Campotech fabrica o tanque nos tamanhos de 1380, 2500 e 5000 litros. Saiba mais através do link https://www.youtube.com/watch?v=vHLE7KQ4sww.
Todo o conteúdo deste artigo foi desenvolvido e escrito por Rodrigo Mira, com base em sua expertise e experiência de mais de uma década no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio do café. A inteligência artificial foi utilizada exclusivamente para apoio na diagramação, estruturação do texto e criação das imagens ilustrativas.
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Peça sua consultoria personalizada
Rodrigo Mira de Oliveira é um empreendedor apaixonado pela inovação no agronegócio. Com mais de uma década de experiência, ele alia conhecimento técnico, visão estratégica e compromisso com a transformação digital no campo. Fundador da Campotech, Rodrigo lidera um projeto que tem como propósito levar soluções em tecnologia digital e equipamentos para automação agrícola, com foco especial na pós-colheita do café e na eficiência operacional das fazendas.